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04 novembro 2015

Facebook: matar ou morrer

Acordei com esse sentimento de que estou ficando velha e já atingi minha cota de stalker-matadora-de-tempo-triste-por-não-ser-melhor por uma vida inteira. Solução: deletar esse monstrinho que é o Facebook.

Quer dizer, não que ele ainda tivesse utilidade pra mim, mas sempre me prendi a ideia de que aquele feed de notícias era útil ou quem sabe alguém no mundo precisaria me contatar mas... não. O feed pode ser substituído por cominho em pó um visualizador de feeds desses que se acoplam com o navegador e, se alguém realmente quisesse me contatar, já teria me contatado nos últimos 216 meses.

Pode ser simples revolta com a falta de vontade pra fazer qualquer coisa além de assistir Daria, comer doces e fingir, dentro da minha cabeça, ser uma cidadã de valor ou qualquer coisa parecida, mas deletar um facebookzinho não faz mal a ninguém. Até te deixa mais livre, sem aquele comichão nos dedos pra digitar "fa" e dar enter no campo de URL do Google Chrome, liberto pra ler somente notícias que te interessam, e o mais importante: não se pegar sorrindo com a matéria de cima quando a próxima é sobre mais um resultado da falta de empatia do ser humano.

Ah, como nós complicamos nossa vida.
Sempre nos prendendo a qualquer coisa que pareça estável.
Acumulando inutilidades.
ISSO NÃO NOS TRAZ FELICIDADE.

17 outubro 2015

Mover para quarentena

Passar três dias longe de qualquer tecnologia (salvo a novela de noite) faz um ser humano pensar como nenhum outro (isso pode até ser base de belas piadas sobre como os computadores estão deixando jovens alienados), talvez descobrir sua própria existência física tridimensional e ainda faz os sonos melhores.

Preciso testar essa gravata
Um detalhe de se escrever é que dá pra ter sua consciência quase palpável, não é como se você pensasse e logo depois fosse apagado da memória por falha oompaloomica; as boas (relativo) novas (relativo) é que agora tenho um currículo (metade em branco) e uma camisa sem mangas.

E tem dias que as frases simplesmente não se formam muito bem na cabeça, o que significa que é hora de fazer fotossíntese.

12 outubro 2015

Pé esquerdo


Dor no lado esquerdo das costas, olho esquerdo inchado e dolorido (poeira 1 x eu 0), insônia e rinite.

Parece até que acabei de sair de um combate mano a mano, mas na verdade só passei o sábado e o domingo arrumando recibos antigos, livros, a autoestima e otras cositas mas. Domingo na verdade foi um dia agradável porque fomos comer macarrão folheado ravioli de carne com molho de tomate enquanto o guardanapo de pano era transformado em um tsuru derretido e tudo naquele bairro era tão agradável, com suas quitandas orgânicas e móveis de madeira (esperamos que seja reflorestada).

Tudo muito caro, nada que eu pudesse pagar com um real, então passamos reto.

No mais:


Tick tock goes the clock
To ENEM kick my ass

06 outubro 2015

JUST A CITY [GIRL]

Pensei: tenho que escrever um diário de papel, cara.
Mas e se as a tinta das canetas simplesmente sofrer um processo químico locão e sumirem todas?
Eu realmente vou querer ler sobre minhas viroses?
Vou ter disposição pra escrever e não simplesmente digitar e jogar pra montanha de arquivos que é esse conjunto de blogs?
A resposta é JÁ JÁ DEPOIS DOS COMERCIAIS A GENTE REVELA PRA VOCÊ AÍ DE CASA

11 setembro 2015

Vapt Vupt

Tomate cereja é de um sabor maravilhoso.

FINALMENTE TOMILHO.

Três canetas e um Coquetel.

Aliás, que belezura de lojinha de um e noventa e nove.

Uhh esse adubo todo FOFO.

Cozinha mais esse Harussame aí em.

Saladinha de Harussame (pepinos em conserva, tomate cereja, limão, pouquíssimo shoyu e azeite).



31 agosto 2015

Oompdate

Updates da minha vida por e para mim mesma.

Vejamos, fui em uma festinha amigável de aniversário da prima querida em um lugar bem estonteante no meio de São Paulo, cheio de verde e casinhas com telhados de madeira, campos de tênis(?) e churrasco. Lembrete pessoal de comer mais em festas. E com comer mais quero dizer doces.

Nos dias depois desse tudo o que tenho a dizer é Lorde, Tavi Gevinson, noites mal dormidas, frio de inverno, calor de verão e estudos sobre a história do Brasil.

Hoje, como um bom dia, fiz um tour pelas redondezas. Ficamos (eu mamãe) em fila de banco até bater aquela fome cotidiana, o que nos fez comprar uma marmita de R$14,90 com feijão que tinha um gosto de manteiga e abóbora, um arroz temperado com abobrinha, cenoura e salsinha, uma linguiça que parecia bacon e a tradicional saladinha de tomate com alface crespa, Compramos uma bela cadeira de escritório de duzentos e tantos que foi montada facilmente com um manual visual - nada de texto, my dear. Permaneci com cara de tacho quando me ofereceram e fui oferecida pra formar uma família com cheiro de tradição chinesa e, no fim, passeei por um lugarzinho que parecia um tesouro no meio de São Paulo.

Sem contar que meu Kit Kat foi comido pela Lola.

E isso é tudo pessoal.