31 maio 2016

Pensamentos aleatórios sobre os erros cometidos por toda uma vida atormentam a alma. São torturantes, mesmo que a probabilidade de todos eles serem verídicos é bem pequena. Ou bem grande.

No entanto, tudo o que consigo concluir é que, de uma forma ou outra, existem fatos sobre mim que eu não gosto tanto e que deveria mesmo mudar - ser uma pessoa fechada só dificulta isso.




18 maio 2016

Minha garganta arranha como se eu tivesse comido terra. Talvez eu tenha comido.



16 maio 2016

Deserto

Existem aqueles momentos irritantes em que nada parece fazer sentido. Como se o tempo decidisse empacar no meio do caminho e a probabilidade dele voltar de um momento pro outro e você perceber que já se passaram éons é bem alta.

Enxergar a vida desse ângulo
 dá a ela uma peculiar característica de simples existência, passagem despercebida pelos dias como quem torce pra não ser chamado pra ler em voz alta na frente da sala.

Em busca de um frenesi me encontro. 

13 maio 2016

Preciso parar de escrever com frases curtas e diretas demais. SOCORRO. Parece código morse.

O clima está congelante e tudo o que passou pela minha cabeça esses dias foi vento algo sobre como Christine Ha cozinha sem enxergar e como todos deveriam experimentar comidas com os olhos vendados sempre; imagine só o impacto na sociedade.

Além disso, aparentemente eu deletei DE NOVO o significado e o sentimento de euforia do meu cérebro e isso está começando a me fazer falta. Porém, se estou aqui é porque provavelmente vou me recuperar em breve - isso ou estou preparada para receber o feitiço Imperio sem resistência.

Tenho feito progresso zero quando o assunto é botar a mão na massa (literalmente), apesar de ter grandes planos pro tablete de manteiga que repousa na geladeira. Me aguarde.

Me desencantei com a Turquia, tenho lavado um bocado de potes plásticos no café da manhã comunitário aos sábados, babando por vezes nos doces temporariamente inatingíveis da Raiza Costa.

Não deixe de conferir os próximos capítulos dessa novela.